CASAS DE PRAIA - ALUGUEL TEMPORADA e a VENDA em SPA NATAL RN BRASIL
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Entre os 22 principais reservatórios do país, 9 estavam abaixo de 20%.
A situação ocorre num cenário conturbado.


Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste chegaram a 16,84% no fim de janeiro, ante 40,28% em igual período de 2014.
Com o seu reservatório cada vez mais seco, a hidrelétrica de Furnas está a três metros de deixar de gerar energia, segundo o comitê da bacia hidrográfica da região.
A grave escassez hídrica fez o lago de Furnas, conhecida como o "mar de Minas", chegar a 10,62% da capacidade na última quinta-feira (12), o pior desde 1999, segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
...
Se chegar a 750 m, não conseguirá gerar energia, ...
Isso nunca ocorreu antes, afirma.
"Não tem queda d'água, pressão de água suficiente.
Perde a capacidade de geração", disse.
Segundo ele, é muito preocupante o fato de o verão estar com chuvas abaixo da média, o que impede a formação de estoque para os meses de seca.
"A tendência é só piorar"
, afirmou.
...
NÃO É SÓ FURNAS
...
"Várias usinas estão nessa situação de seca, e as termelétricas estão sendo usadas justamente por isso.
É uma questão técnica.
Todas as usinas têm um limite para funcionar", afirmou.
...
Não bastasse a redução de água para produzir energia, no país o consumo de energia em residências subiu 5,7% em 2014, influenciado pelas altas temperaturas, que ampliaram o uso de ar-condicionado.
O aumento geral do consumo no país foi de 2,2%.
O Ministério de Minas e Energia informou que a análise da situação geral é mais relevante que a de uma usina específica, mas que o sistema sofre "condições hidrológicas desfavoráveis" desde 2014 e que a produtividade de Furnas foi afetada.Segundo a pasta, Furnas representa 17,42% da capacidade total da região Sudeste/Centro-Oeste.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/02/1590147-pouca-chuva-poe-em-risco-a-geracao-de-eletricidade-no-mar-de-minas.shtml?cmpid=newsfolha
http://libreprensa.com/s/6555545/pouca-chuva-poe-em-risco-a-geracao-de-eletricidade-no-mar-de-minas#s/6555545




Bancos estrangeiros alertam para risco de racionamento no Brasil
Agência Estado
Publicação: 08/02/2015 08:50 Atualização:

A divulgação de projeções para o volume de chuvas no mês de fevereiro aumentou o pessimismo de analistas em relação ao risco de haver racionamento de energia no Brasil em 2015.
...

O cenário é negativo.
...
Os analistas Guilherme Loureiro, Thiago Carlos, Lilyanna Yang, Carlos Herrera e Rafael De La Fuente, do UBS, destacam que o risco de racionamento de energia é, hoje, a principal ameaça ao crescimento econômico brasileiro em 2015.
...
Em números, o UBS considera que um eventual racionamento equivalente a 10% da carga poderia provocar uma queda de 0,7% a 1,5% na economia brasileira.
A restrição energética ainda teria efeitos na inflação, que poderia fechar o ano com alta de mais de 8%, e no aumento da taxa de desemprego, esta podendo chegar a 6,5%.

...
"O risco do racionamento de energia está de volta ao radar dos investidores.
Com mais um verão seco no Brasil, e o nível dos reservatórios abaixo daqueles registrados durante a crise de 2001 e a demanda ainda elevada, o risco de escassez de energia está crescendo rapidamente e gerando preocupações sobre o potencial impacto econômico", sintetizam os analistas do UBS.
...

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2015/02/08/internas_economia,559740/bancos-estrangeiros-alertam-para-risco-de-racionamento-no-brasil.shtml




O racionamento de energia elétrica deve ser anunciado no próximo mês de abril, prevê o presidente da consultoria Thymos, João Carlos Mello.
...

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/02/09/internas_economia,616428/consultoria-thymos-acredita-que-racionamento-de-energia-sera-anunciado.shtml



Rio grande do Norte cada vez mais auto-suficiente

Quando outras partes do Brasil sofreram apagões o Rio Grande do Norte ( e mais especificamente o litoral norte )
nao sofreu.
Porque a capacidade instalado de energia eólica instalado é 6 vezes mais que o consumo do RN.

A capacidade das termelétricas do RN é maior que o consumo do RN.

RN esta produzindo e exportando energia elétrica para o Brasil a toda vapor.

 



Falta d'água ameaça segurança alimentar no Brasil, diz chefe da FAO

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/02/falta-dagua-ameaca-seguranca-alimentar-no-brasil-diz-chefe-da-fao.html



Para o geólogo e professor de gestão ambiental da Universidade de São Paulo Pedro Côrtes, o que passamos durante o ano de 2014 não foi dramático: “Estamos no começo da crise.
O pior ainda não aconteceu”.

A falta de água afetará a vida econômica, social e ambiental de São Paulo.
Demissões em massa decorrerão da impossibilidade de manterem-se escolas, comércio, indústrias e locais de lazer.
Faltarão produtos industrializados, a população estará mais sujeita à doenças e o modo de vida será modificado em todos os aspectos.
Será que estamos preparados para isso? -

http://www.ambientelegal.com.br/a-crise-hidrica-e-o-exodo-urbano-em-sao-paulo/#sthash.aDZ1Fp2M.dpuf.



Oded Grajew, coordenador da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo escreveu em artigo publicado na página da Rede Nossa São Paulo:
“O presidente da Sabesp declarou que o sistema pode ZERAR em março ou, na melhor das hipóteses, em junho deste ano.
E NÃO HÁ UM PLANO B em curto prazo.
Isto significa que seis milhões de pessoas ficarão praticamente SEM UMA GOTA DE ÁGUA ou com enorme escassez.
Não é que haverá apenas racionamento ou restrição.

Poderá haver ZERO de água, NEM UMA GOTA.” e conclama “as autoridades, os formadores de opinião, as lideranças e os cidadãos a se conscientizarem urgentemente da gravíssima situação que vive a cidade, da dimensão da catástrofe que se aproxima a passos largos. “ -

http://www.ambientelegal.com.br/a-crise-hidrica-e-o-exodo-urbano-em-sao-paulo/#sthash.aDZ1Fp2M.dpuf.

http://www.ambientelegal.com.br/a-crise-hidrica-e-o-exodo-urbano-em-sao-paulo/



A permissividade na ocupação de áreas de mananciais, a crença na infinitude da água e seu consequente desperdício, reforçados pela falta de informação e de cultura de sustentabilidade, a perpetuação da poluição dos rios, tudo somado às questões climáticas, estão prestes a gerar a falência na nossa já precária organização urbana, e a inevitável fuga dos moradores da capital e cidades atingidas.
Não há estrutura no país para suportar fluxo migratório de milhões de cidadãos em busca do básico para a sobrevivência.


http://www.ambientelegal.com.br/a-crise-hidrica-e-o-exodo-urbano-em-sao-paulo/#sthash.aDZ1Fp2M.dpuf.

http://www.ambientelegal.com.br/a-crise-hidrica-e-o-exodo-urbano-em-sao-paulo/



Cada vez mais e mais longos apagões

Apagões têm quando a capacidade energética reduzida
( a produção de uma hidrelétrica vai diminuindo com os níveis de água nos reservatórios das hidrelétricas )
nao acompanha mais o consumo de eletricidade.

Quanto menos hidrelétricas em ação e quanto mais baixos os níveis deles, quanto mais frequente e mais longa os apagões.

Quando um reservatório começa a usar o volume morto de um reservatório, a capacidade de produzir eletricidade que já veio diminuindo chegou em zero.
Para entregar água para o consumidor as hidrelétricas nao só para de produzir mais as hidrelétricas começam a usar muita energia.

Quando tem apagão ou quando nao tem mais suficiente energia nem a água do volume morte pode ser entrega porque a água do volume morta nao flui por gravidade mais tem que ser bombeado com energia elétrica.

Sem água e sem energia elétrica, quais empresas irão sobreviver?



Crise energética: hidrelétricas interrompem produção


Em uma época de transformações climáticas profundas, os efeitos sobre a vida das pessoas são, cada vez mais drásticos.
Primeiro, temos visto a estiagem histórica de estados como o Rio de Janeiro – cujo verão tem sido 90% menos chuvoso que a média – e a baixa recorde dos reservatórios que abastecem a cidade de São Paulo.

Agora, começa a se descortinar um efeito secundário da escassez hídrica, uma fragilização de nossa matriz energética, eminentemente hidrelétrica.
Como o nível de água está baixo os apagões têm sido uma realidade para grande parte do território nacional.
Estamos vivendo uma verdadeira crise energética.

Inclusive, se compararmos à situação do racionamento histórico de energia, em 2001, em 2015, os níveis de água de 85% das hidrelétricas nacionais estão ainda menores.
Ou seja, 18 das 21 unidades estão com capacidade energética reduzida.

Apenas em São Simão (MG e GO), Sobradinho (BA) e Serra da Mesa (GO) há uma alta no volume de água; as outras usinas estão com déficit, sendo que, em duas, já há operação dentro do volume morto – Ilha Solteira (SP) e Três Irmãos (SP).

Furnas (MG) e Nova Ponte (MG), duas das principais centrais energéticas do país estavam, até dia 20 de janeiro, com apenas 11% de seus volumes úteis.

http://www.greenme.com.br/informar-se/energia-renovavel/1360-crise-energetica-hidreletricas-interrompem-producao



Petróleo caro > Combustíveis caros > Alimentos caros > PIB cai > Desemprego > Crises políticas e sociais > ???

Queda de preço de combustiveis temporariamente por falta de demanda
causado pelos crises pode resultar em recuperacao temporariamente da economia temporariamente

Hora de mudar para ou investir em um porto seguro como o Myhouseinparadise !!!!




Diversos estudiosos e especialistas do tema, como Gail Tverberg, estão prevendo que o Pico do Petróleo ( e dos combustíveis fósseis ) será atingido entre 2015 e 2020.
A partir daí haverá um declínio rápido, o que poderá provocar um grande aumento do preço dos combustíveis e uma crise econômica maior do que a “estagnação secular” e de tudo que já se viu antes.



Na primeira metade do século XX, a EROEI ( energia retornada sobre energia investida ) era alta.
Atualmente existe uma erosão da EROEI e muitos poços se tornam deseconômicos.
Isto quer dizer que o limite máximo ( pico ) para a produção de petróleo pode ocorrer muito antes do esgotamento das jazidas, talvez a partir de 2018.
Por exemplo, o Estado da Califórnia era o maior produtor dos Estados Unidos há 100 anos.
Mas os campos foram se esgotando e agora a Califórnia está em terceiro lugar.
A possibilidade de produzir gás de xisto ( hydraulic fracturing and horizontal drilling ) está esbarrando na falta de água e nos perigos de contaminação dos lençóis freáticos.
Entre o gás e a água parece que a Califórnia vai ter que optar pela água e buscar uma saída da dependência dos combustíveis fósseis.
O fato é que a produção de petróleo convencional está estagnada.



Pico do Petróleo ( barato )
...

O Pico do Petróleo "barato" já foi atingido entre 2005 e 2008.

... grande aumento do preço dos combustíveis e uma crise econômica maior do que a “estagnação secular” e de tudo que já se viu antes.


O mundo deve passar por uma grande crise social.

O PIB deve cair e o desemprego deve aumentar
( Isto já esta acontecendo nos PIIGS : Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha )

Crises econômicas, políticas e sociais : Tailândia, Ucrânia, Síria, Egito, Argentina, Venezuela, Turquia, etc.

Preço dos alimentos vai subir, pois grande parte da agricultura mundial é “petroficada” e não funciona sem os fertilizantes, agrotóxicos e o transporte, tudo dependente dos combustíveis fósseis.


Aumento do desemprego e do preço dos alimentos.
Segundo Relatório do NECSI (New England Complex Systems Institute) publicado em 2012, há uma correlação importante entre o aumento do preço dos alimentos, calculados pela FAO ( agência da ONU para a agricultura ) e a ocorrência de protestos em todo o mundo.
Sempre que o índice da FAO sobe, ocorrem mais manifestações.

Crise econômica e crise ambiental, numa situação de enorme desigualdade social, pode ser um fator novo como nunca se viu nos últimos 200 anos.

http://www.ecodebate.com.br/2014/04/02/ascensao-e-queda-da-civilizacao-dos-combustiveis-fosseis-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/




Você que busca algo sustentável, com renováveis para viver bem, já encontrou!
Myhouseinparadise tem tudo o que você procura!




(
a produção convencional de petróleo cru atingiu seu pico em algo como 75 milhões de barris dia, por volta do ano 2005-2008 )

"O desafio agora não é tanto crescer ( as economias ), como conseguir uma transição civilizacional o menos catastrófica possível e à escaça planetária, com crescimentos médios entre 0,1 e 1%"

( para poder amortizar o pico de petróleo. Veja também o gráfico ).

http://o-antonio-maria.blogspot.com.br/2014/07/peak-oil.html



Esta transição é o que o MyhouseinParadise já esta realizando e isto sem nenhuma perda de qualidade de vida.

Provavelmente o Myhouseinparadise seja o primeiro e o mais preparado projeto no Brasil a fazer isto.

Isto com uma qualidade de vida melhor que Você pode ter atualmente e um preço mais em conta que outros projetos que nem tem como preparar ( falta de espaço ou clima menos favoravel ).

Somos a prova que pode se combinar sim Vida de Qualidade e Casa de praia de Luxo com sustentabilidade.

Pelo menos aqui no MyhouseinParadise esta garantido.



Devemos deixar o petróleo antes que ele nos deixe
Faith Birol ( Chief economist of the IEA )

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De fato, a produção convencional de petróleo cru atingiu seu pico em algo como 75 milhões de barris dia, por volta do ano 2005.

O que tem crescido nos últimos anos é a extração do petróleo não convencional, como o gás de xisto, as areias betuminosas e o petróleo das profundezas abissais do pré-sal.

Estas fontes não convencionais estão se mostrando incapazes de compensar o declínio da produção convencional.

Pode crescer as revoltas populares, desafiando as regras da civilização piramidal hierárquica.
Assim, o sonho do progresso civilizatório pode se transformar em colapso e no pesadelo do fim da civilização dos combustíveis fósseis e do consumo ostentatório.

Esta situação atinge o modelo de sociedade urbana-industrial.
.
Poderá ser o fim do desenvolvimento econômico, em suas formas liberal ou estatal.

Mesmo em uma situação extremo como esta o Myhouseinparadise esta preparado para oferecer segurança total e tem tudo para ser um Porto Seguro ( Safe Haven ) com qualidade de vida excepcional.



Peak Oil

BP reconhece finalmente que o pico do petroleo está próximo

Total world proved oil reserves reached 1687.9 billion barrels at the end of 2013
Sufficient to meet 53.3 years of global production.
The largest additions to reserves came from Russia, adding 900 million barrels and Venezuela adding 800 million barrels. OPEC members continue to hold the majority of reserves, accounting for 71.9% of the global total.
South & Central America continues to hold the highest R/P ratio.
Over the past decade, global proved reserves have increased by 27%, or over 350 billion barrels. - BP, 2014.


Donella Meadows tinha razão em 1972, e em 1956 M. King Hubbert informou o governo americano que o Peak Oil era uma realidade (defendeu então a opção nuclear).
As datas mais consensuais desde então apontam para 2030-2040 o início do colapso do modelo carbónico intensivo
( carvão+petróleo+gás ) que marcou o crescimento da economia mundial nos últimos 200 anos.

Já não é mau que a própria BP reconheça, finalmente, o facto, mesmo prevendo uma data mais otimista.
O que a BP não diz é que a pesquisa, extração e produção de combustíveis líquidos oriundos do petróleo, do gás e do carvão serão cada vez mais dispendiosos.
A fruta mais acessível já foi apanhada...
Valerá hoje a pena ler estes três livros de seguida:
The Limits to Growth ( Donella H. Meadows, Dennis L. Meadows, Jørgen Randers, William W. Behrens III, 1972 ), The Great Wave: Price Revolutions and the Rhythm of History ( David Hackett Fischer, 1996 ), e Capital in the Twenty-First Century ( Thomas Piketty, 2014 ).
E para mais detalhe sobre o tema do petróleo, carvão e gás, outro relato atualizado e instrutivo:
Peeking at Peak Oil (Kjell Aleklett, 2012).

O desafio não é tanto crescer, como conseguir uma transição civilizacional o menos catastrófica possível e à escaça planetária, com crescimentos médios entre 0,1 e 1%.


http://o-antonio-maria.blogspot.com.br/2014/07/peak-oil.html



De fato, a produção convencional de petróleo cru atingiu seu pico em algo como 75 milhões de barris dia, por volta do ano 2005, exatamente 50 anos depois das previsões de Hubbert.
O que tem crescido nos últimos anos é a extração do petróleo não convencional, como o gás de xisto, as areias betuminosas e o petróleo das profundezas abissais do pré-sal.
Assim mesmo, estas fontes não convencionais estão se mostrando incapazes de compensar o declínio da produção convencional.
A depleção dos hidrocarbonetos parece inevitável.



A bolha de xisto já era!

http://o-antonio-maria.blogspot.com.br/2014/06/a-bolha-de-xisto-ja-era.html

A produção não convencional servirá certamente para mitigar por algum tempo o impacto da escassez petrolífera no preço geral da energia. Mas as limitações já evidentes do fracking vem confimar as previsões realizadas em 1956 (Hubbert) e 1972 (Meadows et al.) sobre o fim do ciclo do petróleo e sobre o colapso do crescimento exponencial que a humanidade conheceu desde 1887 para cá.

O que sempre escrevemos sobre o petróleo e gás de xisto —uma manobra americana de dilação— veio finalmente ao de cima:
a festa do xisto acabou.

US shale boom is over, energy revolution needed to avert blackouts
By Dr. Nafeez Ahmed, Earth Insight, hosted by The Guardian
I hate to say I told you so, but... In 2012, the International Energy Agency (IEA) forecast that the US would outpace Saudi Arabia in oil production thanks to the shale boom by 2020, becoming a net exporter by 2030.
The forecast was seen by many as decisive evidence of the renewal of the oil age, while informed detractors were at best ignored, at worst ridiculed. [...]
Now IEA chief economist Fatih Birol says:
"In Europe we are facing the risk of the lights going off.
This is not a joke."
We need $48 trillion of new investment to keep the lights on - and it's far from clear that investing in increasingly expensive unconventional oil and gas is going to cut it, without serious impacts on the global economy.
Currently, already, the IEA report reveals that over 80% of oil company investment is going into making up for exhausted fields where production is in decline.
The agency also calls to ramp up investments in renewables and increasing efficiency, along with regulatory reform to incentivise investments, as part of the package.
While the fossil fuel empire is crumbling, the renewable energy sector has received 60% of total investment in power plants from 2000 to 2012.
Scientists vindicate 'Limits to Growth' – urge investment in 'circular economy
By Dr. Nafeez Ahmed, Earth Insight, hosted by The Guardian
Its first report in 1972, The Limits to Growth, was conducted by a scientific team at the Massachusetts Institute for Technology (MIT), and warned that limited availability of natural resources relative to rising costs would undermine continued economic growth by around the second decade of the 21st century.
Although widely ridiculed, recent scientific reviews confirm that the original report's projections in its 'base scenario' remain robust. In 2008, Australia's federal government scientific research agency CSIRO concluded that The Limits to Growth forecast of potential "global ecological and economic collapse coming up in the middle of the 21st Century" due to convergence of "peak oil, climate change, and food and water security", is "on-track."
Actual current trends in these areas "resonate strongly with the overshoot and collapse displayed in the book's 'business-as-usual scenario.'"



A não adoção de fontes alternativas e eficientes de energia poder ser uma grave ameaça à segurança nacional – ao aumentar a fabricação de armamentos nucleares, criar alvos para ataques terroristas, exacerbar a desigualdade social e a pobreza globais, alimentar tensões e instabilidades mundiais e enviar forças militares para operações cada vez mais custosas e arriscadas, diz em The Atlantic o diretor do Rocky Mountain Institute, Amory Lovins, co-autor de Capital Natural – Criando a Próxima Revolução Industrial e, mais recentemente, de Reinventando o Fogo.

http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planeta-urgente/quem-e-que-ainda-precisa-de-petroleo/



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Tem que achar renováveis e o melhor canto para eles para Viver Bem ou Myhouseinparadise.
Você já achou Myhouseinparadise !



Impacto de crise da água é o mais temido por elite mundial

O impacto da crise da água aparece pela primeira vez no topo da lista de riscos para o planeta do Fórum Econômico Mundial,
ao lado de conflitos entre Estados nacionais.

Há nove anos o Fórum apresenta duas listas com riscos ao planeta para os próximos dez anos, elaboradas junto a 900 executivos e especialistas.

Uma lista dá conta dos riscos mais prováveis, enquanto a outra elenca os riscos de maior impacto.

No topo da lista de impactos mais temidos, a Crise da Água vem seguida por Rápida e Maciça Disseminação de Doenças Infecciosas e por Armas de Destruição em Massa.

"A urbanização aumentou o bem-estar social.

Mas como as cidades se desenvolvem muito rapidamente, sua vulnerabilidade é maior também, e pandemias, colapsos nos sistemas de água, energia e transporte e o impacto das mudanças climáticas representam as maiores ameaças.
Especialmente, em países emergentes", disse Axel P. Lehmann, chefe da área de risco do Zurich Insurance Group.
...
Ela afirma que no escopo dos conflitos não estão apenas guerras, mas também ataques cibernéticos, competição por recursos naturais e sanções e outras ferramentas econômicas.
...
Desde 2007, esta é a segunda vez em que um tópico ambiental lidera uma das duas listas.
...
A Crise da Água vem sendo citada entre os piores riscos de impacto global desde 2011.
...

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/01/150115_agua_impacto_rp



MHIP já com muitos atrativos, entre outros o melhor e mais higiénico restaurante natural da região
( comida orgânica, preparado com água mineral, fresca com sucos com frutas frescas, ... )
com as piscinas mais cristalinas do RN e churrasqueira beira mar, as área sociais beira mar do MHIP,
a Vila Olímpica Marco Zero, o Centro de Convenções,
Central do Profissional, Centro de Eventos e mais outros atrativos em desenvolvimento.



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que não precisa de aquecimento e nem de ar condicionado
( Por isto oferecemos ar-condicionado como opcional )



Água mineral pura e abundante
nas torneiras, chuveiros e na piscina.

Nunca vai faltar água ou energia na sua casa autónoma no MHIP, porque a casa é auto-suficiente em água e energia
( nunca racionamento ).

Água das piscinas sem cloro ou toxicos porque tem tratamento com UV do sol.



Todas as fotos dessa página são fotos reais de Myhouseinparadise e
não receberam nenhum tipo de tratamento ou manipulação digital.


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Bancos estrangeiros alertam para risco de racionamento no Brasil

Agência Estado

Publicação: 08/02/2015 08:50 Atualização:

A divulgação de projeções para o volume de chuvas no mês de fevereiro aumentou o pessimismo de analistas em relação ao risco de haver racionamento de energia no Brasil em 2015.
Os especialistas do Bank of America (BofA) Merrill Lynch, por exemplo, assinam um documento com os dizeres:
"Preparem os planos de contingência".
No material, a instituição destaca que o volume de chuvas no Brasil, a partir de março, precisará ser equivalente a 84% da média histórica.
...

O cenário é negativo.
Na região Sudeste/Centro-Oeste, responsável por 70% da capacidade de armazenamento do país, a Energia Natural Afluente (ENA) deve ser equivalente a 52% da média de longo termo (MLT).
Confirmada essa projeção, os reservatórios chegariam ao final do mês com apenas 19,7% da capacidade.
Distante do patamar de 30% considerado mínimo para o final do período chuvoso, em abril.
...
Os analistas Guilherme Loureiro, Thiago Carlos, Lilyanna Yang, Carlos Herrera e Rafael De La Fuente, do UBS, destacam que o risco de racionamento de energia é, hoje, a principal ameaça ao crescimento econômico brasileiro em 2015.
...
Em números, o UBS considera que um eventual racionamento equivalente a 10% da carga poderia provocar uma queda de 0,7% a 1,5% na economia brasileira.
A restrição energética ainda teria efeitos na inflação, que poderia fechar o ano com alta de mais de 8%, e no aumento da taxa de desemprego, esta podendo chegar a 6,5%.

A visão negativa é explicada pela comparação entre o nível dos reservatórios neste início de 2015 e os patamares do começo do ano passado e de 2001, ano em que o Brasil passou por um racionamento de energia.
A situação deste ano é pior do que as duas outras referências analisadas, o que justifica o termo "déjà vu" citado na apresentação do relatório.

"O risco do racionamento de energia está de volta ao radar dos investidores.
Com mais um verão seco no Brasil, e o nível dos reservatórios abaixo daqueles registrados durante a crise de 2001 e a demanda ainda elevada, o risco de escassez de energia está crescendo rapidamente e gerando preocupações sobre o potencial impacto econômico", sintetizam os analistas do UBS.
...

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2015/02/08/internas_economia,559740/bancos-estrangeiros-alertam-para-risco-de-racionamento-no-brasil.shtml